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Trecho da Rua Monte Juliana, no Monte Alegre, recebe pavimentação comunitária
17/08/2017
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Os moradores da Rua Monte Juliana, no distrito do Monte Alegre, foram os primeiros a participar do Programa Comunitário de Pavimentação Urbana em Camboriú neste ano. Um trecho de 80 metros da via recebeu pavimentação com lajota e quatro bocas de lobo sifonadas – que separam resíduo líquido do sólido para evitar saída de mau cheiro. A extensão pavimentada é a que vai da Rua Monte Agulhas Negras à Monte Acaraí. A comunidade agora se organiza, em parceria com a Prefeitura, para pavimentar o trecho seguinte da via, que vai da Rua Monte Acaraí à Monte Alto.

O subsecretário de Obras do Distrito de Monte Alegre, Dirceu Pires, explica como ocorreu a parceria entre moradores e Prefeitura: “A comunidade custeou a mão de obra, as lajotas e o meio fio para a pavimentação. A Secretaria de Obras cedeu a areia e todo material necessário para as bocas de lobo, como cimento, tijolo e o que mais foi preciso”. No bairro São Francisco de Assis, os moradores da Rua Santo André também optaram pela pavimentação comunitária, que começou a ser executada na segunda-feira, dia 14, e vai abranger os 330 metros de extensão da via.

O secretário de Obras, Eliomar Getúlio Pereira, relata que também na Rua Santo André, os reparos nas tubulações e instalação de bocas de lobo ficam por conta da Prefeitura, enquanto a comunidade se responsabiliza pelo pagamento da pavimentação com lajotas. Na visão do secretário, a pavimentação comunitária é uma maneira promover obras de drenagem e pavimentação, muitos solicitadas pela população, em conjunto com os cidadãos.

Camboriú tem hoje cerca de 350 ruas não pavimentadas na cidade. “O Município trabalha com um cronograma de obras que são prioridade, já que não há recurso disponível para fazermos pavimentação em todas as ruas. A parceria com a comunidade é uma maneira de, junto com os cidadãos, conseguirmos melhorias”, defende o secretário.

Como solicitar a pavimentação comunitária

Para solicitar a pavimentação comunitária, pelo menos 70% dos proprietários de imóveis da rua precisam estar de acordo – já que o custeio da pavimentação é rateado entre eles. A intenção dos moradores pode ser registrada em um abaixo-assinado, que deve ser entregue na Secretaria de Saneamento Básico, que dá início ao processo.

A parceria é feita sempre da forma que foi realizada na Monte Juliana e está sendo feita na Santo André: a Prefeitura fez a cancha, tubulação, bocas de lobo e areia e os moradores arcam com os custos de lajota, meio fio e mão de obra. A obra é feita por empresa cadastrada pela Prefeitura, por meio de edital de chamamento público.

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