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Saúde de Camboriú realiza seminário sobre prevenção ao suicídio
15/09/2017
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Cerca de 150 pessoas assistiram ao seminário sobre prevenção ao suicídio organizado pela Secretaria de Saúde de Camboriú, na tarde desta sexta-feira, dia 15. O encontro, em alusão ao Setembro Amarelo, buscava dialogar formas de combate e prevenção ao suicídio. Três palestras, em parceria com o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do município e o Centro de Valorização da Vida (CVV), foram ministradas aos funcionários da rede municipal de saúde e a moradores presentes.

Para iniciar a discussão, o presidente do CVV, José de Arimatéia, apresentou as competências do Centro e respondeu questionamentos referentes ao trabalho e índices de atendimento. Um panorama sobre a assistência prestada pelo CAPS e o papel da unidade especializada no processo de prevenção ao suicídio, em Camboriú, foram abordados pela psiquiatra da unidade, Raquel Basso, e a coordenadora, Thalita Berlinck. Dentre as falas das profissionais estão a necessidade de orientar familiares de pessoas com depressões, transtornos severos e riscos de suicídio; o fim do preconceito com pacientes ou quadros psiquiátricos; e questões voltadas a automutilação na adolescência e questões culturais de medicamentação.
 
O secretário de Saúde, Ronnye Peterson Nasser dos Santos, comenta que o seminário representa uma aproximação de todas as unidades da rede pública e a busca pelo fortalecimento da assistência em saúde. “É preciso ter a mesma visão para poder oferecer excelentes acolhimentos, acompanhamentos e tratamentos de pessoas com transtornos mentais. Falar sobre essas formas de prevenção reflete na valorização da vida, nosso bem maior”, pontua.
 
Para finalizar o seminário o psiquiatra Rodrigo de Assumção falou a respeito do suicídio e sinais de risco. O profissional ressaltou a importância do tratamento e do valor da vida, além da importância da procura por ajuda. O prefeito Elcio Rogério Kuhnen falou da importância da discussão. “Não devemos achar que as falas são da boca para fora. Se uma pessoa não tiver alguém em quem buscar amparo ou manter uma simples conversa, ela pode não ver mais saída”, finaliza.
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