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Comunidade do interior de Camboriú se reúne para discutir projeto Produtor de Água
17/11/2017
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Agricultores e moradores da área rural de Camboriú estiveram reunidos na terça-feira, dia 14, para saber mais sobre duas ações importantes para a gestão da água no Rio Camboriú. A reunião tratou primeiro sobre o diagnóstico da Bacia Hidrográfica, mostrando aos presentes a situação que vivemos hoje com relação à quantidade e à qualidade de água disponíveis. Mas o foco do encontro foi a apresentação do projeto Produtor de Água.

Os produtores puderam tirar dúvidas sobre como aderir ao Produtor de Água, contribuindo para melhorar a qualidade ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú. De acordo com a presidente da Fundação do Meio Ambiente de Camboriú, Liara Rotta Padilha Schetinger, quatro proprietários mostraram interesse em aderir ao programa durante o encontro. Hoje, 18 agricultores de Camboriú recebem valores por manter áreas preservadas em suas propriedades.

 “O Produtor de Água é desenvolvido por 13 entidades que têm como interesse comum a garantia da qualidade da água da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú. Além disso, também impacta positivamente na quantidade de água produzida a partir dela”, explica Liara. O Produtor de Água foi idealizado na região pela Emasa, que é a financiadora do projeto, mas o desenvolvimento é feito com vários parceiros, entre eles a Fucam, Comitê do Rio Camboriú, Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Estado, da ONG The Nature Conservancy (TNC), Sindicato do Trabalhadores Rurais de Camboriú e Fundação Certi.

Como o projeto funciona

Ao aderir ao programa, além de contribuir com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável da região, ajudando a produzir água de qualidade e a aumentar a quantidade de recursos hídricos armazenados nos lençóis freáticos que abastecem os rios, os produtores também podem receber investimentos em infraestrutura dentro da sua propriedade, como construção de cerca, o replantio que for necessário, adubação de mudas, entre outros.

A presidente da Fucam esclarece que nem sempre é necessário recuperar alguma área dentro da propriedade para participar do projeto. “Quem já tem área de mata conservada, pode participar”, explica. Para aderir, também é preciso que a propriedade esteja inserida na área rural do município a partir do Rancho do Tinho – para quem segue sentido Braço; ou a partir da Rua da Palha, no sentido Macacos.

Quem tiver interesse em participar, pode ter mais informações com a equipe da Emasa ou na Fucam (o contato com a Fundação pode ser feito pelo telefone 3365 6738).

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